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Programação da 7ª edição do Canoas Jazz encerra neste domingo com show de Ed Motta

A 7ª edição do Canoas Jazz encerra neste domingo no Salão de Atos da Universidade La Salle (Avenida Victor Barreto, 2288), com ENTRADA FRANCA. Às 19h, tem 1ª Mostra de Dança Jazz, com apresentações da Cia de Dança Aldo Gonçalves, Cenda Centro de Dança, Swag Complex e Bailarino Brian Gilson Soares dos Santos. 

Logo em seguida, às 20h, é a vez da cantora Anaadi (Ana Lonardi), subir ao palco. Anaadi participou do programa The Voice em 2013, quando conseguiu projetar uma carreira que já dava passos importantes na capital gaúcha. Em 2014, lançou o primeiro DVD, gravado dois anos antes, e agora lança seu primeiro disco, um álbum duplo. 

Encerrando a programação, às 21h, acontece o show do cantor, compositor e produtor musical brasileiro, Ed Motta e Banda.  Eduardo "Ed" Motta é sobrinho do também cantor Tim Maia e primo do cantor Léo Maia. Ed Motta se afirma de vez como um dos músicos mais criativos em atividade no Brasil, com seu estilo já enraizado no funk/soul e disco, com influências de jazz, bossa nova, reggae, rock. Com grande diversidade de estilos Ed Motta possui uma longa carreira nacional e internacional, tendo tocado e gravado com inúmeros nomes do cenário mundial.  

Promovido pela Secretaria da Cultura e do Turismo de Canoas, a 7ª edição do Canoas Jazz, tem patrocínio da Corsan, Banrisul e do hotel Ibis, apoio da Unilasalle Canoas e produção cultural da Danna Produções.

Em sua sétima edição, o Canoas Jazz é evento que tem projetado a cidade, atraindo seguidores e simpatizantes e a inserindo no circuito desse gênero musical. 

Saiba mais sobre Ed Motta

Ed Motta despontou em fins dos anos 80, como o vigoroso cantor e um dos compositores e produtores do Conexão Japeri. Uma sensação instantânea no circuito carioca de shows, que o grupo confirmou em seu disco de estreia, "Conexão Japeri" (Warner), em 1988, com canções como "Manuel", "Vamos dançar", "Baixo Rio" e "Um love". Sucessos marcados por exuberante musicalidade e que introduziam fortes componentes do soul e do funk ao pop-rock que então vigorava no Brasil.

Hoje, é um cantor, compositor, multiinstrumentista, arranjador e produtor de trânsito internacional. Em seu estilo, sem abrir da veia funk-soul, tritura influências que vão do jazz à canção brasileira, das trilhas sonoras de Hollywood ao rock, da música clássica aos standards americanos, da bossa nova ao reggae. O resultado desse amalgama de referências já é reconhecido no mundo todo, confirmado nas turnês que nos últimos anos rodaram a Europa, o Japão, os Estados Unidos e a América do Sul. Em estúdios e palcos, Ed também já trocou experiências com músicos como Roy Ayers, Chucho Valdés, Jean-Paul "Bluey" Maunick (líder do Incógnito), Ryuichi Sakamoto, Paul Griffin, Bernard Purdie, Bo Diddley, Ed Lincoln, Miltinho, Mondo Grosso, Marcos Valle, João Donato, Dom Salvador, entre tantos outros.

Postado em 03/12/2017